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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

QUAL É SEU TIPO?


Há quem prefira louros. Há quem prefira morenos. Há quem prefira novos. Há quem prefira velhos. Há quem prefira surfistas, dermatologistas ou acionistas. Há quem faça questão de contas bancárias, há quem prefira apenas um amor e uma cabana. Há quem prefira músicos. Há quem tenha fixação por homens de terno, por tatuados ou por sarados sem camisa. Existem as que gostam de figurinos perturbados, as que querem sair na capa da "Caras", as que preferem junkies, depressivos ou sociopatas. Há quem goste mesmo dos sensíveis. Dos lindos-de-morrer. Dos viciados em adrenalina. Dos que nos que nos tratam bem. Dos que tenham um bom papo. Dos super cheirosos. Dos que cozinham. E há quem tenha predileção pelos que acabam com a nossa auto-estima. As opções não param (e a gente acha que pode marcar um X e construir um homem perfeito): com ou sem barba. Fumante ou não. Careta, moderno ou mauricinho. Magro, gordo ou sarado. Inteligente ou semi-burrinho. Blusa pra dentro ou pra fora da calça. Camisa de botão ou Havaianas. Rio ou São Paulo. Mar ou cachoeira. Gato ou cachorro. Por cima ou por baixo. (E com muitas variações, por favor!). O que importa é que nada disso importa. Gosto não se discute, essa é a verdade. Cada um, cada um. Desde que o mundo é mundo as pessoas criam seus "tipos" bem lá no fundo da mente. Homens e mulheres, é claro. Mas os "tipos" mudam porque - por dentro - todo mundo muda. O tempo todo. (Graças a Deus!). E quanto mais o universo de possibilidades se expande (porque você experimenta diferentes "tipos" por aí), mais você se concentra em detalhes que realmente fazem a diferença. Outro dia me perguntaram qual era o meu "tipo". Aí descobri: eu não tenho um "tipo". (Não fisicamente falando). Mas, peraí. Para mim, tanto faz que seja louro ou moreno, alto ou baixo, melhor que goste de chinelos e faça um peixe gostoso, mas o que conta não é isso. Pra mim, homem tem que pensar! Não um pensar que racionalize (embora seja de grande importância homens que nos tirem do nosso grande abismo emocional). Mas um pensar que sinta. Um entender que saiba antes mesmo do pensar. Dífícil? Acho que não. É um saber quase sem querer. Que só de olhar, já se sabe. Que só de escrever, já sente. Ou se não sabe, sabe que não sabe e não liga a mínima pra não entender. Porque mulher não foi feita pra se entender. Mulher foi feita pra se amar. Não acham? Taí uma boa conclusão. Se eu tenho um "tipo", acho que nada mais é do que um cara que goste de mim. Que me admire, me assuma e seja guerreiro. Porque - meus amores - eu não sou brincadeira.

domingo, 11 de novembro de 2012

Mulheres


Eu acho que ser mulher é a coisa mais bacana que existe. Nós somos complexas. Levemente malucas. Fofas. Temos obsessões por coisas que só nós entendemos. Morremos de frio quando a temperatura desce míseros graus. E viramos onça, quando preciso.

Somos, na verdade, seres completamente hormonais e emocionais. Nós inventamos a doçura (sabia?). E gostamos de criar (e recriar) por natureza.

É. Eu tenho ORGULHO de ser mulher. E gosto de dizer que JAMAIS queimaria meus sutiãs. Mas existem coisas que me fazem realmente ter inveja dos homens. ACREDITAM?

Primeiro, a facilidade deles em usar qualquer banheiro. Depois, o modo como eles ficam mais charmosos com o passar dos anos. E, por último (e não menos importante), a tal SOLIDARIEDADE MASCULINA. É. É bem aí que eu quero chegar. Parece haver um código de conduta entre os rapazes. Um acordo de auto-preservação. Uma espécie de pacto incondicional, que nasce com os homens junto com o “dito-cujo” e onde nenhum Clube da Luluzinha entra. Bom, pelo menos, não dessa forma.

Ah, como eu admiro os homens por isso! Olho para os tantos segredos que eles guardam de nós e penso: meninas, porque isso não acontece com a gente? Bom, deixe-me explicar. Com as mulheres, a coisa é bem diferente. Nós temos umas poucas - e fiéis - amigas pelas quais matamos e morremos. De resto, é horrível generalizar: mas as mulheres conseguem ser BEM desleais quando querem. É. Invejosas. Criadoras de intrigas. Verdadeiras cobras (bem-vestidas e cuidadosamente maquiadas, claro).

Eu me considero uma fiel defensora da ala feminina. Mas tenho que admitir que, nesse aspecto, os homens dão um banho na gente. Eles são muito mais cúmplices uns dos outros. Mais companheiros.

Meninas, vamos mudar esse quadro? Isso está ficando feio demais para nós. Eu acho lindo quando pergunto, para alguns amigos ou namorado, assuntos que não me dizem respeito e eles não me respondem de jeito nenhum. (Se o mesmo acontecesse com as mulheres, sei que elas contariam tudo para os moços). Talvez seja esse o mal feminino: nós adoramos FALAR. Sentimos que, assim, estamos sendo sinceras, conectadas com a verdade, mesmo que a lealdade com as outras mulheres seja posta à prova. 

É, acho que chegamos ao xis da questão: nós, talvez, não tenhamos a mesma solidariedade masculina por um fator meramente cultural. Desde nossas tataravós, somos condicionadas a colocar os homens (pai, irmão ou marido) em primeiro lugar.

Bom, estamos numa era tecnológica. Vivemos numa modernidade EXTERNA inacreditável. Temos uma presidente mulher no poder. E continuamos, por dentro, as mesmas de sempre. O espartilho não nos deixa mais sem ar. Mas a sociedade, sim. E, apesar de nos mostrarmos liberadas e independentes, continuamos medindo nossos valores com o fato de termos – ou não – um bom marido ou namorado. Olha QUE MODERNO!

Bom... Eu não estava falando sobre a solidariedade feminina? É. Parece que quando um homem entra no meio, as mulheres se esquecem do que a gente SEMPRE deveria se lembrar: do feminino. É. E o feminino que mora em mim é o mesmo que mora em todas as mulheres e, que está aí, perdido desde os tempos em que as mulheres fiavam juntas e dançavam em volta das fogueiras. ENTENDERAM?

Por isso, aí vai o meu pedido (que não vai ser fácil nem pra mim, nem pra mulher alguma): vamos pegar o exemplo dos homens e, com isso, SERMOS MAIS MULHERES. Mais unidas. Mais amigas. Colocando o feminino (o nosso feminino), em primeiro lugar.

É, mulheres, chegou a hora de HONRARMOS nossos próprios sutiãs. 

Fernanda Mello

terça-feira, 14 de setembro de 2010

HOMENS BONS DE CONVERSA X HOMENS BONS DE VERDADE

(você já aprendeu a diferença ou ainda está caindo nas lorotas que eles contam?)

Na minha leiga concepção, existem apenas dois tipos de homem no mundo: os que fazem você se sentir bem e os que fazem você se sentir um lixo. É simples assim. Quando você sai com um cara que te faz se sentir bem, você volta pra casa feliz, radiante. E com o humor nas alturas. Quando você sai com um cara que te faz se sentir um lixo, você chega em casa aos trapos. Com um desassossego que não te deixa. E com um vazio que ninguém explica. Entendam: a noite pode ter sido incrível. Mulheres inteligentes sabem que noites incríveis nem sempre rendem dias-seguintes igualmente incríveis. E é bem aí que eu quero chegar. Primeiro, não somos inteligentes de imediato quando se trata de paixão, química. E pele. Somos românticas e carentes. Segundo, não temos bolas de cristal, não sabemos se o cara se acha a última bolacha do pacote, se ele é um mentiroso nato, se ele vai abrir a porta do carro e depois se mostrar o abominável homem das neves dentro de uma calça Diesel. A verdade é que quando a gente sai a primeira vez com um cara, nunca sabemos ao certo como vai ser. Ou como o moço realmente é.

Mas como estou ficando expert no assunto, resolvi dar algumas dicas para ajudar a vocês (e a mim) a decidir se vale a pena - ou não - arriscar. Já decretamos, por unanimidade, que um cara que te faça se sentir um lixo deve ser removido do planeta. E deletado das nossas agendas de telefone. Se você perceber alguns desses sinais antes de encontrar a figura, fique atenta!!! Eu, particularmente, prefiro passar um sábado à noite em casa, lendo um bom livro, a sair com um cara que me faça sentir mal comigo mesma depois. Pra ajudar a saber se o encontro foi bom, preste atenção no seu tom de voz quando suas amigas perguntarem: e aí, como foi? Se você inventar alguma mentira pouco convincente, a situação não está nada boa. Mas se você nem ao menos quiser tocar no assunto, minha amiga, você teve um encontro no qual você se arrependeu. Sinto dizer. Pode ter sido ÓTIMO, mas você está arruinadamente arrependida. E sem aquele papo furado de dizer que "antes se arrepender do que fez a não se arriscar". Para com isso, gente! Não temos mais 15 anos. Essa frase não combina com quem está chegando ou já passou dos 30. Combinado? Então vamos lá: se o cara mencionar que tem namorada, que estão dando um tempo ou derivados, FUJA. Por mais lindo que ele seja, não vale a pena. Grifem: NÃO VALE UMA NOITE SEQUER PERDIDA. A expressão que ele fizer quando o celular dele tocar e ele não atender, vai te fazer se sentir a pior das criaturas. Claro, meu bem, poderia ser VOCÊ do outro lado da linha recebendo um END do tamanho da falta de noção dele.

Confesso que realmente não consigo. Sou solidária com as mulheres, mesmo que a maioria não haja assim. E estou sendo sincera. Acho bem legal isso em mim e espero que esse texto sirva de inspiração pra outras garotas fazerem o mesmo: não vamos fazer com os outros o que não queremos que façam com a gente. Certo? Então, mande esse cara pastar e arrumar outro tipo de diversão!Outros sinais importantes que enumerei juntamente com minhas amigas via MSN, enquanto elas trabalhavam seriamente e eu escrevia essas abobrinhas são as seguintes (as opiniões abaixo são pessoais e eu realmente não tenho nada contra "Fanta Laranja")

- Não saia com um cara que tenha compromisso com outra garota. Lembre-se que essa garota poderia ser você. E não esqueça da lei do karma: a "coisa" volta pra você triplicado. (Alguém precisa disso na vida?)

- Não saia com caras que contem vantagem demais, que usem o termo "amigo pessoal" de alguma celebridade e que perguntem qual a marca do seu jeans. (Acreditem, isso existe!)

- Não saia com caras que te chamem de gorda ou mencionem defeitos físicos nos primeiros encontros. (Imagina o que um ser humano desses vai falar quando você estiver na TPM!).

- Não saia com indivíduos que achem bonito maltratar animais.

- Não saia com caras indecisos sexualmente.

- Não saia com caras que te deixem no "vácuo".

- Não saia com caras agressivos, briguentos, arrogantes e sem-educação. (Isso é óbvio, mas não custa lembrar!)

- Não saia com caras que digam: "Vê se não some"...

- Não saia com homens que SÓ tomem Fanta Laranja (hahaha...).

- Não saia com seres que não respondam suas mensagens, emails ou telefonemas.

- Não saia com homens que roubem seu troco do Mac Donalds.

- Não saia com homens que acham que estão te fazendo um favor.

- Não saia com caras que insinuem coisas desagradáveis a seu respeito.

- Não saia com caras que usem camisetas do Lula.

- Não saia com homens que façam uso de drogas pesadas.

- Não saia com homens que falem mal da própria mãe.

- Não saia com homens que tenham um cabelo à la Roberto Justus.

- Não saia com playboys que acham que a vida se resume ao próximo feriado.

- Não saia com homens que queiram tirar qualquer vantagem de você (emocional ou financeira).

- Não saia com nenhum mané que diga que você não pode se apaixonar por ele, nem levá-lo a sério.

- Não saia com homens que não tenham senso de humor.

- Não saia com homens que se dizem confusos e tenham "medo de se envolver".

- Não saia com homens que dizem estar correndo de compromisso. (Sim, amigo, nós é que estamos correndo de você!)

- Não saia com homens que falam muito de si mesmo e nunca te escutam.

- Não saia com caras que se preocupam só com a forma. E esquecem o conteúdo.

- Não saia, em hipótese alguma, com caras que te façam ter dúvidas sobre a mulher sensacional que você é. Nada menos que isso será permitido. Meninas, homens não são todos iguais. Têm muita gente bacana por aí, só não vale perder tempo com caras que não sabem valorizar as oportunidades que tem!